” Que o sol não se deite sobre a vossa ira”. Paulo, o apóstolo, na carta aos Efésios 4.26.

 


Reassisti um filme que tinha fóco nos sete pecados capitais, entre eles a ira.

Seja em qualquer drama ou realidade, a verdade é que a ira, um dos pecados citados, destrói a pessoa por dentro.


Hugo de São Vitor, um mistico medieval, fazendo uma referência ao Salmo 136,

comparava os vicios aos sete rios da Babilônia que espalham todo o mal, gota a gota, por toda a terra.


A ira é definida como cólera, raiva e desejo de vingança.

O sol se deita ao anoitecer, horário que todos vão repousar.

Dormir com ressentimento da ira nos destrói a alma, e aumenta  a capacidade de florescer maus sentimentos.

A ira age em nosso espírito como agem os vírus e bactérias  em nosso organismo,

são imperceptíveis a olho nu, mas tem forças de destruir as nossas defesas, afetando outros órgãos.


Para os místicos medievais citavam ser necessários três dias para nos livrarmos de um vício:

no primeiro dia  estudar e conhecer como e porque aquele vício nos atingiu;

no segundo dia é tratar de sepultá-lo, eliminá-lo;

e no terceiro dia esquecer o homem velho, e ressurgir como um homem novo, mais experiente com o aprendizado que teve.


Reflita sobre isso, e procure alguém que você teve este sentimento, e desculpe-se, para ter uma semana feliz…

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